quinta-feira, 18 de outubro de 2012

LAYOUT


Introdução


 

A história do layout existe desde que o homem existe. Os primeiros layouts surgiram quando o homem executava o seu trabalho ou quando o arquiteto planejava a sua construção. O layout é muito importante e eficaz como a capacidade do homem e da maquinaria. Com a Revolução Industrial os donos das fábricas descobriram que seria mais econômico estudar a reorganização dos equipamentos. É muito interessante, pois com a especialização da mão-de-obra e o manuseio dos materiais a operação ganhou mais atenção. Hoje em dia entendemos que os primeiros layouts não estava completo. 

Na elaboração do layout, podemos considerar algumas praticas que devem ser feitas inicialmente, um exemplo, planejar o todo, e planejar o ideal para ficar prático. Depois de escolher o local que será estudado, se inicia o layout com uma visão ampla, que será detalhada, posteriormente. Depois de implantar o layout, ele deve ser reformulado sempre que necessário seguindo a regra citado acima.                                                                                                                  O primeiro item para elaboração de um layout é a quantidade que será produzida, vai ser importante para o cálculo do número de máquinas, da área de estoque, entre outros. Com o numero de máquinas determinado, devemos estabelecer o tipo de layout, considerando o processo e o tipo das máquinas que serão utilizadas.                                                                       Para elaboração do layout é uma atividade multidisciplinar, que envolve várias áreas da empresa. Por isso, é importante utilizar a experiência de todos na elaboração, para verificar e determinar soluções. Depois de concluídas as etapas apresentadas acima, o layout pode ser implantado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCEITO


 

A configuração de instalação (em inglês layout) estabelece a relação física entre as várias

atividades. O layout pode ser simplesmente o arranjar ou o rearranjar das varias máquinas ou

equipamentos, até se obter a disposição mais agradável.  Existem vários tipos de layouts e cada

um deles se adéqua a determinadas características, sendo uns mais vantajosos que outros. No

planejamento do layout é necessário ter em conta todos os fatores, os materiais, a maquinaria

o homem, o movimento, a espera, o serviço, a construção e a mudança, pois estes fatores

podem influenciar negativamente o planejamento do layout.

“O conceito de layout ideal continua em permanente mudança” (Muther, 1995, p.3).

A evolução tecnológica, como não poderia deixar de ser, estendeu seus múltiplos benefícios à

área de armazenagem, tanto pela introdução de novos métodos de racionalização e dos fluxos

de distribuição de produtos, como pela adequação de instalação e equipamentos para

movimentação física de cargas.

 

Objetivo


 

O objetivo primordial do armazenamento é utilizar o espaço nas três dimensões, da maneira

mais eficiente possível. As instalações do armazém devem proporcionar a movimentação rápida

e fácil de suprimento desde o recebimento até  a expedição. Assim alguns cuidados essenciais

devem ser observados.

Determinação do local, em recinto coberto ou não;

Definição adequada do layout;

Definição de uma política de preservação, com embalagens plenamente convenientes aos materiais;

Ordem, arrumação e limpeza, de forma constante;

Ao se otimizar a armazenagem, obtém – se:

Maxima utilização do espaço ( ocupação do espaço);

Efetiva utilização dos recursos disponíveis ( mão de obra equipamentos);

Pronto acesso a todos os itens  seletividade;

Máxima proteção aos itens estocados;

Boa organização;

Satisfação das necessidades dos clientes.

 

 ETAPAS PARA O LAYOUT


 

Para elaboração do layout, algumas considerações práticas devem ser feitas inicialmente, por exemplo, planejar o todo e depois as partes e planejar o ideal e depois o prático. Assim, após a determinação do local que será estudado, inicia-se o layout com uma visão global, que será detalhada, posteriormente. Após a implantação do layout, este deve ser reformulado sempre que necessário seguindo a regra descrita acima.                                                           O primeiro item a se determinar na elaboração de um layout é a quantidade que será produzida, a qual será importante para o cálculo do número de máquinas, da área de estoque, entre outros. Com o número de máquinas determinado, deve-se estabelecer o tipo de layout, considerando o processo e o tipo das máquinas que serão utilizadas. O edifício deverá ser planejado somente após a conclusão das etapas anteriores, permitindo o planejamento de um layout ótimo para as operações da empresa.                                                                            

  A elaboração do layout é uma atividade multidisciplinar, que envolve diversas áreas da empresa. Por isso, é importante utilizar a experiência de todos na elaboração, na verificação e na determinação de soluções. Isso também facilitará a posterior “venda” do layout dentro da empresa. Concluídas as etapas acima, o layout poderá ser implantado.

 TIPOS DE LAYOUT


Existem vários tipos de layout, mas os principais são: processo ou funcional, em linha, celular, por posição fixa, combinados. Vamos explicar o conceito de cada um deles.

Layout por processo ou funcional: O Layout por processo ou funcional (Figura 2), todos os processos e os equipamentos do mesmo tipo são desenvolvidos na mesma área e também operações ou montagens semelhantes são formados em grupos na mesma área. O material se desloca buscando os diferentes processos.                                                                                                              

O layout é flexível para atender a mudanças do mercado, atendendo a produtos diversos em quantidades que variam ao longo do tempo. È adequado para produções diversas em pequenas e médias quantidades. Este layout também possibilita uma satisfação no trabalho.


 

 INFORMAÇÕES PARA O LAYOUT


Para elaboração do layout, são necessárias informações sobre especificações e características do produto, quantidades de produtos, e de materiais, sequências de operações e de montagem, espaço necessário para cada equipamento, incluindo espaço para movimentação do operador, estoques e manutenção, e informações sobre recebimento, expedição, estocagem de matérias-primas e produtos acabados e transportes.

 IDENTIFICAÇAO DO FLUXO DE MATERIAIS


Para a identificação do fluxo dos materiais, pode ser utilizada a carta multiprocesso (Figura 3) e o fluxograma (Figura 4). Ainda para a análise de proximidade, deve-se utilizar o diagrama de relacionamentos (Figura 5).                                                                                   Sempre que possível, deve-se determinar a quantidade deslocada entre origens e destinos e o meio de transporte a ser utilizado para que se tenha o custo unitário do deslocamento.


 

 



Para o balanceamento, deve-se, em primeiro lugar, determinar o tempo de ciclo. O tempo de ciclo (TC) expressa a frequência com que peça deve sair da linha ou, em outras palavras, o intervalo de tempo entre duas peças consecutivas.                                                                    Por exemplo, suponhamos que uma linha deve produzir 1.000 peças em 6,5 horas de trabalho. O tempo de ciclo é 6,5 X 60 minutos/1.000 = 0,39 minuto/peça. Isto é, a cada 0,39 minuto a linha deve produzir uma peça, para que seja alcançada a produção de 1.000 peças nas 6,5 horas disponíveis. Podemos expressar o tempo de ciclo como:

TC = __________tempo de produção _____________

Quantidade de peças no tempo de produção

A partir do tempo de ciclo, determina-se o número mínimo de operadores que, teoricamente, seriam necessários para que se tivesse aquela produção (número teórico, N):

N =_________tempo total para produzir uma peça na linha________

Tempo de ciclo

Sendo Ti o tempo da peça em cada operação, temos:

N = Σ Ti/TC

Exemplo:

Tempo da peça X tempo de ciclo

● Tempo da peça = tempo de todas as tarefas;

● Tempo de ciclo = intervalo de tempo entre 2 peças consecutivas (tempo máximo);


LINHA DE MONTAGEM PARA PRODUTOS MULTIPLOS


O método para balancear a linha é a mesma da linha de um só produto, considerando-se tempo de ciclo o tempo ponderado em função da quantidade a produzir de cada modelo.

Exemplo:

Uma empresa deseja produzir na mesma linha de montagem os produtos X, Y e Z, cuja sequência de montagem é dada. Sabendo-se que cada operador trabalha 48 minutos por hora, e que devem ser produzidos 30 produtos por hora, determinar:

a)      O tempo de ciclo e o número teórico de operadores.

b)      A divisão do trabalho e o numero real de operadores.

c)      A eficiência do balanceamento.

 

PRODUTO
X
Y
Z
Quantidade por hora
10
08
12
Tempos por operação (min)
A
2,5
3,0
2,8
B
1,7
1,2
2,4
C
__
1,5
0,8
D
2,0
1,0
2,0
E
1,6
__
__
Tempo total (minutos)
7,8
6,7
8,0

 

 

 

                            

                           

 

 

 

 

 

 

                                Medida de Operação

Layout em linha

No layout em linha, as máquinas ou as estações de trabalho são colocadas de acordo com a sequência das operações e são executadas de acordo com a sequência estabelecida sem caminhos alternativos. O material percorre um caminho previamente determina- do no processo (Figura 6).                                                                                                                  

É indicado para produção com pouca ou nenhuma diversificação, em quantidade constante ao longo do tempo e em grande quantidade. Requer um alto investimento em máquinas e pode apresentar problemas com relação à qualidade dos produtos fabrica- dos. Para os operadores costuma gerar monotonia e estresse.


  FORMAÇÃO DE FAMÍLIAS


O layout em celular de manufatura baseia-se no trabalho cooperativo ou em time de pessoas que formam um grupo coeso com relação à produção a realizar. Há muitas vantagens na formação das células: a qualidade, a produtividade e a motivação aumentam.                        Para a formação das células, devem ser montadas por família. A família de peças é constituída por peças com características de processamento similares. Podem-se formar células para fabricar um produto inteiro ou partes de um produto.

Conceito Russo: O conceito russo, que é assim chamado por ter sido desenvolvido pelos russos Mitrofanov e Sokolovski, consiste em analisar as peças em quatro passos sequenciais:

Agrupar as peças em função dos equipamentos por que são processadas, por exemplo, prensa ou torno;

Em cada caso, agrupar as peças por forma geométrica, por exemplo, cilíndricos como eixos e discos com ou sem furo central; agrupar por tipo de projeto, por exemplo, parafusos, eixos, anéis ou engrenagens; agrupar por similaridade do ferramental necessário para a fabricação.                                                                                             

Conceito da codificação: O conceito da codificação implica a existência de diferentes códigos para a separação das peças. Muitas empresas desenvolvem seus próprios códigos, por exemplo, o código Brisch-Birn utilizado pela General Motors, no qual cada dígito depende do dígito anterior.

Conceito do fluxo do processo: Para a formação de famílias com o conceito do fluxo do processo, necessita-se das ordens de fabricação com todos os dados de operações, material, tempo por operação, equipamentos e ferramentas necessárias para cada componente fabricado, e da lista completa dos equipamentos da fábrica.                                                                                                           As etapas nesse método são, inicialmente, o registro do fluxograma de processo básico e posterior determinação dos grupos principais pelas características comuns encontradas no fluxograma. Deve-se, depois, determinar as exceções que ocorrem no processo e eliminá-las do estudo. Com essas informações, determinam-se as famílias e os grupos definitivos para os quais deverá ainda ser feita a análise do ferramental necessário.

Layout Celular: O layout celular ou celular de manufatura consiste em arranjar em um só local (a célula) máquinas diferentes que possam fabricar o produto inteiro                            O material se desloca dentro da célula buscando os processos necessários. Sua principal característica é a relativa flexibilidade quanto ao tamanho de lotes por produto. Isso permite elevado nível de qualidade e de produtividade, apesar de sua especificidade para uma família de produtos. Diminui também o transporte do material e os estoques. A responsabilidade sobre o produto fabricado é centralizada e trás satisfação no trabalho.


Layout por posição fixa: No layout por posição fixa, o material permanece fixo em uma determinada posição e as máquinas se deslocam até o local executando as operações necessárias, conforme a (Figura 8).


É recomendado para um produto único, em quantidade pequena ou unitária e em geral, não repetitiva. É o caso da fabricação de navios, grandes transformadores elétricos, turbinas, pontes rolantes, grandes prensas, balanças rodo ferroviárias e outros produtos de grandes dimensões físicas.

Layouts combinados: Os layouts combinados ocorrem para que sejam aproveitadas em um determinado processo as vantagens do layout funcional e da linha de montagem.                                   Pode-se ter uma linha constituída de áreas em sequência com máquinas do mesmo tipo como no layout funcional, continuando posteriormente com uma linha clássica (Figura 9).

 


Vamos citar um exemplo do que ocorre na pratica:

A Hübner, empresa brasileira de autopeças, diante das mudanças do mercado, implantou alterações significativas em seus métodos de gestão na década de 1990.               Em consequência das melhorias introduzidas na organização e nos processos produtivos, como a alteração do layout da fábrica introduzindo algumas células de produção, por exemplo, a empresa conseguiu reduzir significativamente seus prazos de entrega aos clientes, o que a tornou apta a integrar as cadeias produtivas com filosofia voltada ao abastecimento just in time. O prazo médio de entrega dos pedidos aos clientes oscilava entre cinco dias, sendo que, na atualidade, a empresa está apta a entregar pedidos dentro do mesmo dia, o que efetivamente tem acontecido.                                                                                            Embora com um layout relativamente rígido, com linhas dedicadas, a empresa conseguiu introduzir certa flexibilidade, para a alternância de modelos em uma mesma linha de produção, permitindo assim abastecer alguns de seus clientes com a filosofia just-in-time.

 

 


O Just in time é um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes. O Just in time é o principal pilar do sistema Toyota de produção ou produção enxuta. Com este sistema, o produto ou matéria prima chega ao local de utilização somente no momento exato em que for necessário. Os produtos somente são fabricados ou entregues a tempo de serem vendidos ou montados. O conceito de just in time está relacionado ao de produção por demanda, onde primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. Nas fábricas onde está implantado o Just in time o estoque de matérias primas é mínimo e suficiente para poucas horas de produção. Para que isto seja possível, os fornecedores devem ser treinados, capacitados e conectados para que possam fazer entregas de pequenos lotes na frequência desejada.

 

Conclusão

 

A importância do layout em uma empresa é primordial, pois auxilia na organização alocação de materiais e produtos além da utilização consciente do espaço físico para devida movimentação e segurança dos materiais e dos trabalhadores.

Sendo um conceito antigo, porém atual, que adequa uma planta para cada espaço e de acordo com os produtos.

Por fim define-se um padrão de fácil entendimento para a empresa disponibilizando o melhor equipamento, raque estruturando um armazém e auxiliando para maior controle do estoque.
 
AUTORES
Adalberto,Átila,Fernanda,Gherlyn,Gildo,José Eduardo
 
Centro Estadual Paula Souza
Escola Técnica de Guaianases- Extensão Céu Jambeiro
Técnico em Logística- 2012
 

 

 

 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

NAVIOS EM CHAMAS

         Há muito tempo, um grande guerreiro se viu diante de uma circunstancia em que era necessário tomar uma decisão que garantisse a vitória no campo de batalha. Devia lançar seu exército contra um poderoso adversário, que contava com tropas muito mais numerosa. Embarcou seus homens em navios e velejou rumo ao país inimigo.Lá, desembarcou soldados e equipamentos e deu a ordem de queimar os navios em que tinham viajado. Dirigindo-se aos seus homens,antes da primeira batalha, disse:
 - Vocês estão vendo os navios em chamas. Isso significa que só sairemos vivos daqui se vencermos! Agora, não temos escolha. È vencer ou morrer|
          Eles venceram.

Quem quiser ter sucesso em uma empreitada precisa queimar os navios e cortar todas as possibilidades de bater em retirada. Somente assim conseguirá manter esse estado de espirito conhecido como desejo ardente de vencer, essencial ao sucesso.

ACOMPANHE TUDO DE PERTO

  Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar a produtividade de sua granja, que estava apresentando um baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel, colocou em uma caixa, fechou e entregou ao granjeiro,dizendo:
- Leve esta caixa por todos os lados da granja, tres vezes ao dia, durante um ano.
   Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, deu com o gado sujo e os cavalos sem alimentação. E à noite, ao ir à cozinha com a caixa, notou que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros alimenticios. A partir daí, todos os dias ao percorrer a granja de um lado para o outro com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas.
                                                Ao final do ano, o granjeiro voltou a se encontrar com o sábio e disse:
- Deixe esta caixa comigo por mais um ano, por favor,. O rendimento da minha granja melhorou desde que estou com este amuleto.
                                                 O sábio riu e, abrindo a caixa disse:
- Pois você pode ter este amuleto pelo resto de sua vida.
                                                  No papel estava escrita a seguinte frase: " Se quer que as coisas melhorem,acompanhe-as de perto".
                                                  Acompanhar as atividades do funcionário é muito importante.
Se você não acompanha, seus subordinados também não acompanharão, e quando ninguém acompanha nada o que impera é a improdutividade. Se  você é  gerente ou diretor e quer que as coisas melhorem na empresa,acompanhe tudo sistematicamente.

domingo, 15 de agosto de 2010

A MAÇÃ




Essa é uma história veridica acontecida na Universidade de Chicago.Na Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano, eles tem o que chamam de "Dia Batista".


Neste dia cada um deve trazer um prato de comida e há um pic-nic no gramado.Sempre, no "Dia Batista", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teologico para dar uma palestra.


Num ano eles convidaram o Dr.Paul Tillich.Dr.Tillich falou durante 2 horas e meia,provando que a ressurreição de Jesus era falsa.Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caia por terra,porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.Quando concluiu sua teoria,ele perguntou se havia alguma pergunta.


Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório.


-Dr.Tillich,eu tenho uma pergunta


Ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele.Ele colocou a mão na sua sacola,pegou uma maçã e começou a comer.


-Dr.Tillich....Crunch,Munch...minha pergunta é uma questão muito simples...Crunch,Munch...eu nunca li tantos livros como o senhor leu....Crunch,Munch...e tambem não posso recitar as escrituras no original grego...Crunch,Munch


e ele acabou de comer a maçã.


- Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de comer...estava doce ou azeda?


Dr.Tilich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso.


- Eu não tenho possibilidades de responder essa questão,pois eu não provei a sua maçã.


O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel,olhou o Dr.Tillich e disse calmamente:


- O senhor também nunca provou do meu Jesus. Como pode afirmar o que está dizendo?


Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos.


Dr.Tillich agradeceu a platéia e rapidamente deixou o palco.




VOCÊ JÁ PROVOU JESUS????




Prove e veja que o Senhor é bom.Feliz do homem que Nele se refugia. Salmos 34.8

BARRACA ROUBADA



Conta-se que um dia Sherlock Homes e seu assistente,Watson, foram acampar. No meio da noite, Sherlock acordou,inclinou-se e perguntou a Watson:


- O que você vê?


- Sherlock - o assistente respondeu - vejo a estrela do Norte, que nos ajudou a chegar a este lugar. Além disso,vejo a Ursa Maior e a cauda de Órion. Também posso ver as fronteiras da Via Láctea e saber que existem universos em expansão.


Watson ia continuar sua explicação magnifica quando, de repente, Sherlock cutucou-o e assobiou:


- Watson, seu tolo, alguém roubou nossa barraca!




Watson falava com entusiasmo sobre a beleza do Universo,enquanto Sherlock, o detetive,estava preoculpado com o crime que tornara sua nova visão possivel.


Se ao menos abrissemos os olhos para novos caminhos de relacionamentos,de visão e de ação...se ao menos concentrassemos o foco não na barraca roubada,mas em nossa repentina visão ampliada do Universo...

sábado, 13 de março de 2010

GRATIDÃO,a quem dobrou seu paraquedas


O palestrante norte-americano Charles Plumb conta uma historia muito bonita.
Ele era piloto de bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de mais de 85 missões de combate, uma semana antes de voltar para casa, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.
Ao retornar ao Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
- Olá, você é Charles Plumb, que era piloto no Vitnã e foi derrubado, não é mesmo?
- Sim, como sabe? Nós nos conhecemos? – perguntou Plumb.
- Sim e não... Era eu quem dobrava seu paraquedas. E me parece que ele funcionou bem, não é verdade?
Plumb quase sufocou de surpresa. Com muita gratidão,respondeu:
- Claro que funcionou. Afinal, é por isso que estou aqui hoje.
Ao ficar sozinho naquela noite. Plumb não conseguiu dormir pensando no que ocorrera no restaurante e se perguntando: “Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse bom dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro”.
Pensou também nas horas em que o marinheiro passara humildemente no barco, enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo nas mãos a vida de pessoas que nem ao menos conhecia.
Depois disso Plumb passou a iniciar suas palestras perguntando à platéia: “Você sabe quem dobrou seu paraquedas hoje?”
Você já pensou em quantas pessoas trabalham para que você possa estar vivendo este momento de sua vida? Convido você a telefonar para uma dessas pessoas e simplesmente dizer a ela “OBRIGADO POR DOBRAR MEU PARAQUEDAS”

segunda-feira, 1 de março de 2010

Aos cuidados (BOM)PASTOR



Texto áureo Jo10.1-16,27,28

Verdes pastos não era (não é)terras naturais da Judéia .Até hoje elas são brancas e secas. Qualquer área verde na Judéia é trabalho de algum pastor. Ele limpou a terra dura e cheia de pedras. Os tocos de árvores foram retirados e os arbustos foram queimados. Irrigação.Cultivo. São trabalhos de um pastor.
Na primavera, depois das chuvas de inverno,havia muitas pastagens perto da aldeia.
Quando isso acabava era necessário deixar a região e procurar a erva seca que permanecia sob o sol quente. ver I Cr 4.39,40
Quando a água da superfície desaparecia, era preciso usar água de poço(cisternas) para as ovelhas. Ver Gn 29.10
No primeiro versículo do capitulo 10,”o que não entra pela porta”.
Os currais(aprisco) eram quase sempre construídos na aldeia,num lugar ensolarado,de modo que quando o rebanho voltasse pudesse ser mantido em segurança. A pratica de criminosos era saltar por sobre o muro,matar tantas ovelhas quantas possíveis antes de ser percebidos e atirar-las para os cumprices do lado de fora. Ver Jo10.10.
No versículo 9, o Senhor diz “Eu sou a porta”;quando chegava a noite, o pastor recolhia o rebanho em um lugar seguro e ficava vigiando( Lc 2.8 ), um muro era construído para formar um cercado. O muro era feito de pedras locais com espinhos no topo. A entrada era estreita para ajudar o pastor com a ponta da vara conferir se o rebanho estava completo. Então o pastor se deitava na frente da abertura transformando-se praticamente na porta do redil.
Era uma vida dura,Jacó descreveu a sede, o frio, e a falta de sono. ( Gn 31.40 )
Na parte b do versículo 11, diz “o Bom Pastor” da a vida pelas ovelhas”,as ovelhas precisavam de constante proteção porque, nos templos bíblicos havia muitos perigos para o rebanho. Animais selvagens das florestas rodeavam os desfiladeiros do rio Jordão,outros como hienas e chacais,leões e ursos ( Jz 14.8; 2Rs 2.25, Am 3.12 ) e mais o testemunho de davi. O pastor tinha que lutar, porque era seu dever pagar aos proprietários por quaisquer perda incorrida ( Gn 32.39; Ex 22.10-13).
Mas quem seria os mercenários ( que trabalha por ou interesse no dinheiro) neste cenário? A referencia trata-se de empregados que o pastor arranjava par ajuda-los no campo. Numa situação de perigo não teria a mesma dedicação.
Finalizando,no versículo 27 “as minhas ovelhas ouve minha voz” ,viver e trabalhar com ovelhas no isolamento levava a uma relação intima entre o pastor e a ovelha. Os pastores conhecem suas ovelhas que respondem à elas instataneamente. O pastor dá o nome a cada ovelha e esse nome diz algo sobre o caráter e os maneirismos delas. O conhecimento detalhado capacita o pastor a separar as ovelhas em diferentes rebanhos, caso fosse responsável por mais de uma aldeia, e a saber devolve-la as respectivas famílias.
Com suas próprias mãos perfuradas, Jesus criou um pasto para a alma. Cortou os arbustos espinhentos da condenação. Soltou as rochas do pecado. Em seu lugar plantou as sementes da graça e cavou lagos de misericórdias.

23/02/2010 – culto de Doutrina
Assembléia de Deus – Ministério do Belém –congregação Jd.NAZARÉ 2